Agora é oficial: pode chamar a dupla e preparar os sinais. CAPOTE chegou à versão 1.0 nesta quinta-feira, 20 de agosto, deixando o Acesso Antecipado e recebendo sua versão definitiva para PC, via Steam.
Desenvolvido pelo estúdio brasileiro Luski Game Studio e publicado pela CriticalLeap, o multiplayer tenta transportar para o videogame uma experiência bastante conhecida por aqui: reunir os amigos ao redor de uma mesa, jogar cartas, blefar, provocar e discutir sobre quem realmente ganhou aquela rodada.
E o lançamento definitivo trouxe justamente uma das modalidades mais pedidas pela comunidade:
agora tem Truco.
Finalmente dá para jogar Truco
O modo Truco é a principal novidade da versão 1.0.
As partidas podem ser disputadas em equipes e possuem até um sistema de emotes utilizado para passar sinais ao parceiro.
Ou tentar passar, evidentemente.
A ideia é reproduzir no ambiente virtual parte da comunicação e do blefe encontrados em uma partida presencial, transformando a interação entre os jogadores em parte da estratégia.
É uma adição que combina perfeitamente com a proposta de CAPOTE, que sempre tentou ser mais do que simplesmente uma reprodução digital de jogos de cartas.
O objetivo é simular a resenha de boteco.
Tem praia, sinuca e música
A versão 1.0 também expande aquilo que os jogadores podem fazer quando não estão concentrados nas cartas.
Um novo cenário ambientado na praia foi adicionado ao jogo e traz consigo um minigame de sinuca.
Também chegou um player integrado do YouTube, permitindo escolher músicas para tocar enquanto o grupo permanece reunido no ambiente virtual.
São recursos pequenos individualmente, mas que reforçam uma característica interessante do projeto.
CAPOTE não quer que o jogador simplesmente entre em uma partida, veja quem venceu e feche o jogo.
Ele tenta transformar seus bares virtuais em lugares para reunir os amigos.
O boteco brasileiro virou videogame
Essa identidade talvez seja justamente aquilo que mais diferencia CAPOTE.
Os cenários, personagens e situações são inspirados diretamente na cultura brasileira.
Durante o período de Acesso Antecipado, o game recebeu bares temáticos, novas opções de personalização das partidas, dois novos personagens e chat de voz com sincronização labial.
Também apareceu uma presença praticamente obrigatória em qualquer representação realmente comprometida com o Brasil:
o cachorro caramelo.
Segundo a produtora Camila Bothona, uma das ideias por trás do projeto era transportar a experiência social dos jogos de cartas para pessoas que não frequentam bares ou simplesmente não possuem companhia para jogar presencialmente.
Dá para jogar sozinho também
Apesar do forte foco na interação entre amigos, CAPOTE também possui opções para quem pretende jogar sozinho.
O Betejack é uma modalidade inspirada no 21, colocando o jogador contra diferentes personagens em duelos realizados nos fundos de um bar.
A experiência inclui modificadores e poderes capazes de alterar as partidas.
Também existem bots, que podem ser utilizados para treinar ou preencher lugares vazios nas mesas tradicionais.
Já o modo clássico de CAPOTE suporta até seis jogadores e gira ao redor de estratégia, apostas de rodadas e blefe.
Mil avaliações podem liberar skins para todo mundo
O lançamento também veio acompanhado de um desafio para a comunidade.
A Luski estabeleceu uma meta de mil avaliações de usuários no Steam até 3 de setembro.
Caso CAPOTE alcance o número dentro do período estabelecido, o estúdio promete disponibilizar gratuitamente um pacote de skins com temática de praia para todos os personagens.
É uma maneira de aproveitar justamente as primeiras semanas da versão definitiva para ampliar a presença do jogo na plataforma.
CAPOTE está oficialmente lançado
CAPOTE passou os últimos meses utilizando o Acesso Antecipado para receber feedback da comunidade e ampliar sua proposta.
Agora essa fase terminou.
CAPOTE 1.0 já está disponível para PC através do Steam, com Truco, sinuca, praia, música, cachorro caramelo e praticamente tudo aquilo que você esperaria encontrar durante uma tarde de cartas com os amigos.
Em uma indústria acostumada a transportar jogadores para mundos medievais, planetas distantes e futuros pós-apocalípticos, a Luski resolveu explorar um cenário muito mais próximo de casa.
O boteco brasileiro.
E agora que o Truco chegou, provavelmente existe apenas uma coisa que o jogo ainda não consegue reproduzir perfeitamente:
a discussão de meia hora sobre qual regra vale na sua região.

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